O jogo pode
ser visto como: resultado de sistema linguístico, pois depende da linguagem de
cada contexto social; nesse sentido jogo assume a imagem, o significado que
cada sociedade lhe atribui. que funciona dentro de um contexto social; um
sistema de regra, permitindo identificar, em qualquer tipo de jogo, uma
estrutura sequencial que especifica sua modalidade; e um objeto que o
caracteriza.
O educando
libera e canaliza suas energias através do jogo, conseguindo transformar uma
realidade difícil em situação nova ou resolvida; cria condições para a liberação
de fantasias da idade, além de despertar o interesse da criança para o esforço
de superação dos obstáculos, favorencendo a construção do conhecimento.
O brinquedo
é diferenciado do jogo pela relação íntima estabelecida entre sujeito e o
objeto de sua manipulação; e a expontaneidade quanto ao seu uso, isto é, a
ausência de um sistema de regras que estabelece a forma de sua utilização.
Os brinquedos
estão vinculados à idade, ao tempo de infância que mesmo passando à fase adulta
mantém relações pela memória e imaginações.
Brincando, a
criança experimenta, descobre, inventa, aprende e atribui papéis, finalidades,
significados, estimulando a curiosidade, a autoconfiança a autonomia, a
sensibilidade, além da grande contribuição dada ao desenvolvimento do
pensamento, da linguagem, da atenção e concentração.
O brinquedo
atenua o impacto provocado pelas prepotência dos adultos, diminuindo o
sentimento de fragilidade dos mais jovens. Oferecem ricas possibilidades para
que as potencialidades das crianças e adolescentes trabalhem a sua afetividade de
forma hamônica, preenchendo as necessidades emocionais e apresentando motivos
que impelem à ação, para avançar o
desenvolvimento, naturalmente. Além de divertir-se na infância, os
educandos aprendem a conviver com seus
pares.
Três elementos
estão presentes na brincadeira: a imaginação; a imitação; a regra. Esta última,
especificamente nos jogos, mesmo naquelas de “faz- de- conta”.
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